segunda-feira, 28 de junho de 2010

Copa...



E não adianta...ela movimenta não só o Brasil, mas todo o Mundo!!!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Desiste não


Desculpa, eu sei que te incomodo ligando sem parar no seu celular pra dizer nada. Mas sua voz faz a corrida maluca do meu cérebro parar. Cura minhas náuseas da angústia de não saber. (...) Não desiste de mim. Por trás de tanta indecisão tem alguém que precisa de companhia mesmo fingindo que não. Tem alguém que odeia todo mundo num segundo e chora de saudades de todos no segundo seguinte. E de você principalmente. Desculpa. Eu realmente não queria ser assim pra você."

Verônica H.

sábado, 19 de junho de 2010

I'm yours!



Eu passei muito tempo verificando minha lingua no espelho
E me indicando para trás só para tentar vê-la melhor
Meu hálito embaçou o vidro
Então eu desenhei uma nova careta e ri.

Jason Mraz

sábado, 5 de junho de 2010

Canção das mulheres


Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.

Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.

Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.

Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.

Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.

Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.

Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.

Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''

Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.

Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.

Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.

Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.


Lya Luft

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Cansar sem estar cansada


E foi então que eu descobri o porque de tanta exaustão. Não é por causa da escola, como até então pensava. Pensando bem eu gosto de ir pra escola, mesmo com diversas lições que não se encerram apenas na escola, mas das quais também trago para casa; lá eu aprendo inúmeras coisas interessantes, e assim amplio meu conhecimento. Achei que pudesse ser cansaço pela "viagem" de ônibus que levo todos os dias, que muito me estressa. Foi então que percebi, num súbito, que quando estou quietinha na minha casa, também não me encontro descansada. Muito pelo contrário, fico irritadiça e entediada. Resolvi então proucurar um especialista. Brincadeira. Eu mesmo reflito sobre mim (muito eu diria ainda). E descobri a verdadeira causa do meu "cansaço", descobri que nem é um cansaço, e descobri que eu não sei o que é. Eu só sei que aparece acompanhado pela falta dele. Se eu tivesse que estar morando na escola, mas estivesse ao lado dele, nunca me sentiria cansada. Se eu ficasse em casa sem fazer nada, apenas segurando a mão dele, jamais ficaria irritada. Nem o ônibus cheio de pessoas suadas e mal cheirosas me deixaria estressadas, se todos os dias eu estivesse a olhar pra ele ao meu lado durante a viagem.
Não quero ser clichê. Mas ele é meu porto seguro, minha única alegria completa, minha calma, meu refúgio. Caramba, ele é tudo!
Ninguém também precisa acreditar nisso. Contanto que ele saiba. Porque eu, eu já sei.


Vanessa Freire


"Matheus Almeida, você é minha vida! (ps: você tá lindo nessa foto :P)"

sábado, 15 de maio de 2010

Para tu amor


Para teu amor eu tenho tudo
Desde meu sangue até a essência do meu ser
E para teu amor que é meu tesouro
Tenho minha vida toda inteira a teus pés

E tenho também um coração
Que se mata para dar amor
E que não conhece o fim
Um coração que bate por ti.

Para teu amor não há despedidas
Para teu amor eu só tenho eternidade
E para teu amor que me ilumina
Tenho uma lua, um arco-íris e um cravo

Por isso, eu te quero tanto
Que não sei como explicar o que sinto
Eu te quero, porque tua dor é minha dor
E não há dúvidas eu te quero
Com a alma e o com o coração
Te venero hoje e sempre
Eu te agradeço meu amor
Por existir


Juanes

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Morro dos ventos uivantes


(...)

- Não é assim - respondi - é o melhor! Os outros seriam a satisfação de meus caprichos, assim como a satisfação dos desejos de Edgar. Este outro, agora, é por amor de alguém que concentra em sua pessoa os meus sentimentos por Edgar e por mim mesma. Não sei como dizer, mas você tem, como toda gente, uma vaga idéia de que existe ou deve existir fora de nós uma vida que é nossa também. De que me serviria ter vindo ao mundo, se estivesse toda aqui? As minhas grandes desventuras, nesta vida, tem sido as desventuras de Heathcliff. Fui testemunhas delas e senti-as desde o começo. Ele é a razão principal da minha vida. Se tudo perecesse e ele ficasse, eu ainda continuaria a existir, e se tudo persistisse e ele fosse aniquilado, o universo tornar-se-ia para mim totalmente estranho; eu não teria a sensação de fazer parte dele. O meu amor por Linton é semelhante as folhagens dos bosques. Tenho a certeza de que o tempo o transformará, assim como o universo muda o aspecto das árvores. O meu amor por Heathcliff, Nelly, é como os rochedos eternos enterrados na terra: fonte de alegria pouco aparente, mas necessária. Nelly eu sou Heathcliff! Sempre ele há de estar no meu pensamento, não como prazer, assim como eu não sou um prazer para mim mesma, mas como o meu próprio ser. Por isso, não falemos nunca mais de separar-nos: isso é impraticável...


Emily Brontê